A partir da sistematização da linguagem o ser humano utiliza-se da escrita para comunicar-se remotamente. A Tipografia (do grego typos — "forma" — e graphein — "escrita") consiste no estudo que caracteriza a construção formal dos caracteres e textos. Ao longo do tempo houveram diversas mudanças nas formas de grafismo dos caracteres devido a convenções ou mesmo necessidades linguísticas. A tipografia começa a existir baseada na caligrafia, pois foi uma adaptação da escrita manual às evoluções técnicas de reprodutibilidade propostas por Guttemberg.
Os caracteres inicialmente assemelhavam-se muito com a caligrafia medieval. A sistematização da criação dos caracteres foi necessária para desenvolver um método de reprodução infinito das palavras. Com estas premissas foram criadas diversas teorías a respeito de legibilidade e diagramação.
A tipografia inicialmente se desenvolveu de forma analógica sendo utilizada para publicações impressas. Nos dias de hoje os meios digitais facilitaram amplamente o trabalho de diagramação e criação de novos caracteres. A pesquisa está voltada para a sinestesia e a palavra escrita sai dos livros para interagir com os seres humanos nas mais diversas formas, em dispositivos móveis como telefones celulares, pads para leitura, notebooks, painéis de led, projetores de vídeo, instalações interactivas.. O leitor pode perceber a escrita ao momento em que entrar em contacto com a arquitectura ou um espaço responsivo. A tendência é que haja uma ubiquidade na relação de conteúdo informacional entre os objectos. Em um futuro próximo a informação estará cada vez mais presente das formas mais inusitadas. Com o advento da instantaneidade da informação a linguagem escrita sofre diferentes processos que a tornam mais complexa e sutil. As nuances da caligrafia digital devem trazer à luz um novo tipo de escrita, a escrita no espaço em que os seres humanos ocupam, não mais serão necessários dispositivos físicos para se comunicar, a tipografia deve focar seus esforços em ocupar este ambiente multi sensorial de forma agradável ao novo leitor/fruidor. Desta maneira é possível explorar mais intensamente a experiência da palavra escrita.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Eliminação da bicondicional
A↔B
∴(A→B)∧(B→A)
Uma obra é arte se, e somente se, o mundo da arte considerar que essa obra é arte. Logo, se uma obra é arte, o mundo da arte considera que ela é arte, e se o mundo da arte considera que uma obra é arte, ela é arte.
Um mundo é obra se, e somente se, a arte da obra considerar que esse mundo é obra. Logo, se um mundo é obra, a arte do mundo considera que ela é obra, e se a arte da obra considera que um mundo é obra ela é obra.
Uma arte é do mundo se, e somente se a obra do mundo considerar que essa arte é do mundo. Logo se uma arte é do mundo, a obra do mundo considera que ela é, e se a obra do mundo considera que uma arte é do mundo ela é do mundo.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)

